Por Edu Lima
Caro Benny,
gostaria de agradecer pelo espaço que me foi cedido para falar um pouco sobre as coisas da bola. É uma alegria narrar e discutir alguns tópicos em seu Blog do Cruzeirense. Todos sabem que também sou descendente de italianos, portanto, não posso negar que tenha nascido em berço azul e branco, mesmo tendo defendido profissionalmente o arqui-rival Atlético no ano de 1991.
Mas o que passou, passou e não estou aqui para falar da minha história e sim para angariar informações dos mais ilustres torcedores celestes sobre os últimos acontecimentos ocorridos na Toca 2, além é claro, de dar o meu parecer. Particularmente, tenho a minha opinião, que fique claro que a minha maneira de enxergar o futebol foge um pouco da visão convencional de um torcedor sadio comum, se é que assim posso chamá-lo, não que a minha ótica esteja correta. Digo isso pois foram muitos anos, desde os oito de idade, vivendo os bastidores do maior esporte coletivo do país e porque não dizer do mundo, o futebol.
O que mais tenho ouvido falar nos últimos dias, é sobre a conduta do atacante Kléber. Dois jogos e duas expulsões. Sobre a punição publicada pelo diretor de futebol do clube, o que desagradou o jogador e polemizou o ambiente que na semana passada era o melhor do Brasil, devido a bela campanha que o clube faz neste começo de ano. Não sei se o amigo já ouviu a frase: "Nós só perdemos para nós mesmos". Já ouviram? Não? Pois é. Se trata de uma frase muito comum no meio da bola ou nos vestiários das equipes e se as atitudes corretas não forem tomadas, temo pelo futuro do Cruzeiro na Libertadores, pois considero a competição mais importante do ano para esse time.
Vejo o desenho das jogadas feitas pelo Kléber, analiso a sua força física, velocidade, técnica e fibra, vistas assim, reputo-as como as características mais importantes para um atleta de time grande como é o Cruzeiro. Não acho que ele seja um craque. Por outro lado, enxergamos apenas o lado externo do homem Kléber, que é de carne e osso, movido por sentimentos que têm que ser tratados, pois ainda é um garoto. Tratá-lo com carinho e não bajular, tentando descobrir que por trás da camisa, um homem como outro qualquer sujeito a erros, que quando acontecem são vistos por todos nós. Esquecemos daquilo que possa ter acontecido no berço desse rapaz e disparamos contra certas atitudes, como se nós fôssemos os perfeitos e sem mácula.
Espero e acredito que o Kléber dará grandes alegrias ao Cruzeiro, mas é necessário alimentar, coração e cérebro, para que todo seu dom possa ser usado de uma forma vitoriosa e alegre, para o bem da nação azul e de sua casa. Para que no futuro, não tenhamos mais histórias como as de Paul Gaiscone, George Best, Garrincha entre outros, que se entregaram ao vício, pois não encontraram apoio quando mais nescessitavam. No mundo do futebol, assim como na vida temos que lutar todos os dias, uma luta incensante para buscar o nosso ideal, mas temos que nos conhecer e viver em comunidade, pois só assim conheceremos a alegria plena. Quem sabe não é o momento dessa grande massa azul ajudar o artilheiro, por hora, feroz...
Não precisamos externar nossa irreverência, para mostrar a carência interior que existe dentro de cada um de nós.
Um abraço e até a próxima.
Edu Lima
(www.edulima.com.br/blog)
Friday, March 6, 2009
Thursday, March 5, 2009
Webfigurinhas do Cruzeiro - 1
Galera, como vocês sabem após cada jogo do Maior de Minas o BC escolhe os destaques que viram webfigurinhas colecionáveis. Como podem notar, estou com fotos exclusivas dos jogadores celestes, por isso vamos recomeçar a coleção com as novas figurinhas.












Melhor Blog Cruzeirense
Fala Nação BC,
há cerca de uma semana o Blog do Cruzeirense foi escolhido com a grande maioria de votos como melhor blog da blogosfera celeste. É com muito orgulho e com sentimento de enorme satisfação que agradeço cada voto a favor do nosso espaço. Quer dizer que o trabalho realizado aqui junto com vocês é querido e reconhecido e isso é um forte incentivo para melhorar ainda mais (putz, mais trabalho!).
Como a votação coincidiu com a minha saída da Globo e minha volta ao BC original, a votação ficou pulverizada, mas se contarmos os dois blogs (na verade, sempre foi o mesmo blog, mas em endereços diferentes), angariamos mais de 62% dos votos (788 votos em 1256 totais). Uma goleada digna de final de Mineiro 2008.
Valeu galera!
Saluti Celesti e a gente se vê em Abu Dhabi












----
Melhor Blog Cruzeirense
Fala Nação BC,
há cerca de uma semana o Blog do Cruzeirense foi escolhido com a grande maioria de votos como melhor blog da blogosfera celeste. É com muito orgulho e com sentimento de enorme satisfação que agradeço cada voto a favor do nosso espaço. Quer dizer que o trabalho realizado aqui junto com vocês é querido e reconhecido e isso é um forte incentivo para melhorar ainda mais (putz, mais trabalho!).
Como a votação coincidiu com a minha saída da Globo e minha volta ao BC original, a votação ficou pulverizada, mas se contarmos os dois blogs (na verade, sempre foi o mesmo blog, mas em endereços diferentes), angariamos mais de 62% dos votos (788 votos em 1256 totais). Uma goleada digna de final de Mineiro 2008.
Valeu galera!
Saluti Celesti e a gente se vê em Abu Dhabi
Wednesday, March 4, 2009
Make the Most of Your Energy - APC (KL Hilton 5 Mar 09)
Image via Wikipedia
APC was previously acquired by Schneider Electric not too long ago.
The media is greeted to a presentation by Mr. TS.Khoo (VP for ASEAN). According to TS (as he preferred to be known), during this economic crisis period, ASEAN is the place to be.

APC is most known for its innovation capabilities and the acquisition by Schneider caters for the ability to provide total solution and also turnkey solutions.
To understand this easily, APC used to provide IT-centric products and services while Schneider used to provide products and services on electrical engineering. Now, with their combined capability, they can simply provide a 4C design model for data centers.
- Components - Modular and scalable, with best-in-class efficiency
- Close-coupled cooling - Placement of cooling units near the heat source
- Containment - Thermal containment of airflow in high-density zones
- Capacity and energy management - Instrumented intelligence to optimize use of power and cooling capacity
- Renewable energies solutions
- Automation
- Energy efficiency
- Critical power and cooling
- Eletrical distribution & wiring devices
The vision of APC (by Schneider Electric) is thus to provide safe, reliable, efficient, productive and green energy usage. Their target market is data center because that contributes to about 2% of energy usage globally. No big deal but it generates 98% of opportunities. Check out survey from IDC last year (2008).
According to Mr.Benedict Soh (Enterprise Business Development Director), energy consumption for data center is growing at 12% per year and the pressing issue for data center to tackle is in fact power and cooling efficiency which not just to help the environment but also to save cost.
Most people like me thought that APC was just selling UPS (Unlimited Power Supply) but in actual fact, they also provide professional services and consultancy to clientele in the industries of banking, health care, telecommunication and government sectors.
And more interestingly, data center need not just limit to big data-centers like MyLoca in Cyber Jaya or AIMS somewhere near Bukit Bintang. It can also be a data-center for a factory with self managed applications servers and etc. As long as you need to house your servers properly with air-conditioning, you can consider it as data-center. In that case, my office has a data-center too.
Mr.TS Khoo is optimistic about the current economy crisis, first of all, let me assure you that they don't have cash flow problem because of recent acquisition from Schneider Electric which has a total sales revenues of Euro 4,652 billion. Also, APC by itself is Euro 17.3 billion revenues company with combined workforce of 120,000 people around the world.
On the question about the trend of company being acquired and so there will be less data center around, Mr. TS Khoo has this to offer.
First of all, the company focuses on solutions and in any good or bad day, it is beneficial for them if there are more data centers or if there are more consolidation of data centers. This is because have solutions for data center consolidation as well. Period.
He added that at times of crisis, the strategy is to stay with customers by providing more supports and also better services. (
Finally, APC is also announcing two new launches which are:
- Integration with Microsoft Systems Center Operation Manager 2007
Integration of APC's data center management suite to tightly couple with Microsoft's System Center Operations Manager 2007. This integration will give data center managers the ability to view and manage physical infrastructure, including power, cooling, physical space and security, as well as providing a comprehensive view of the health of the servers, applications, and clients within the datacenter. - Second Generation Symmetra PX - All in one modular power protection UPS System for data centers
Symmetra PX UPS provides up to 48kW of power protection for 400V deployments in a single rack footprint. Additionally it offers longer life batteries with up to 25 percent more runtime and hot scaleable power distribution. These new capabilities enable the second generation Symmetra PX to extend the product family's reputation as the leading power protection system providing high levels of availability at the lower overall total cost of ownership.
Mr. TS. Khoo
ASEAN Vice President
Khoo Teng Seen joined APC in May 2006 as General Manager of Services, Asia Pacific and was later promoted as the Vice President of Services for Asia Pacific/Japan. Currently, TS is the ASEAN Vice President, overseeing the business strategy in ASEAN, ensuring that APC across Singapore, Philippines, Malaysia, Indonesia, Vietnam and Thailand remains focused on customers and partners. He will lead the team in developing customer-oriented processes, delivering innovative energy efficient solutions in data centers, and building successful relationships as part of Schneider Electric.
Having joined APCI with 17 years experience from the IT industry and almost 10 years in regional services management across Asia Pacific, TS has been involved in building, growing and transforming services businesses throughout his career.
TS started his Singapore career in IT from 1992, working for a multi-national corporation as a manufacturing consultant. In 1997, he was assigned to establish and manage a large consulting practice in Japan. He later returned to Singapore and was promoted to Director of Services and was instrumental in equipping his team wit the right technical and professional skills to assist the transformation of their company from a traditional services provider to a consultative services trusted advisor.
Benedict Soh
Enterprise Business Development Director
Benedict joined APC in year 2003 as an Enterprise Account Manager with the responsibility of managing Singapore key customer accounts and APC Data Center InfraStruXure® sales. Having consistently exceeded the company’s expectations over the past few years, Benedict was promoted to Enterprise Business Development Director. Benedict would be responsible to lead the ASEAN business development team in Enterprise System and Solution strategic planning.
In the current capacity as Enterprise Business Development Director, Benedict would be managing the APC product life-cycle conception through introduction to evolution, driving successful value position of the APC data center products and solutions in the market by ensuring that the product lines meet the growth targets for the assigned market segment. Benedict also supports various operating ASEAN countries in their bidding processes and sales cycles.
With over 13 years of experience in the IT industry with specialization in the data center infrastructure business, Benedict has held various positions, mainly in the area of account management, sales management and business development. Prior to joining APC, he was a Sales Team leader at Datasphere (S) Pte Ltd, a turnkey data center solutions provider.
Benedict graduated from the National University of Singapore with a Bachelor Degree in Electronics Engineering, majoring in IT and Power Electronics.
With strong industry knowledge and a technical background, Benedict is tasked with growing the data center solution business in ASEAN with achieving the corporate objective of “Trusted Advisor” in the data center arena.
Korean Food Manufacturer Gains Twelve Times Application Performance Boost with Juniper Networks WAN Acceleration Technology
Korean food manufacturer Dongsuh, Foods Corporation uses ERP software to handle all of its key business operations and processes. However, access to the ERP system was degraded by congestion due to the distribution of automatic Microsoft Windows updates across the WAN; and other network activity.
Dongsuh dramatically increased productivity and operational efficiencies across its global WAN with 12X improved application response times (from two minutes to ten seconds) from Dongsuh's mission critical business software, after deploying Juniper Networks WXC application acceleration platforms at its corporate office and 38 branch and sales offices nationwide. Completing the roll-out in just nine days with the aid of a Web-based installation wizard; the Juniper Networks WXC platforms improved application performance over the WAN by recognizing and eliminating redundant transmissions, accelerating TCP and application-specific protocols, prioritizing and allocating access to bandwidth and ensuring high application availability at sites with multiple WAN links.
"High-performance WAN infrastructure is crucial to the success of distributed enterprises such as Dongsuh Foods," said Wan Ahmad Kamal, Juniper's country manager for Malaysia. "Besides reducing costly bandwidth usage, our WXC platform also delivers excellent QoS and an integrated configuration, monitoring and troubleshooting capability, empowering businesses with a more efficient infrastructure and better return on investment."
Check out the full details.
Dongsuh dramatically increased productivity and operational efficiencies across its global WAN with 12X improved application response times (from two minutes to ten seconds) from Dongsuh's mission critical business software, after deploying Juniper Networks WXC application acceleration platforms at its corporate office and 38 branch and sales offices nationwide. Completing the roll-out in just nine days with the aid of a Web-based installation wizard; the Juniper Networks WXC platforms improved application performance over the WAN by recognizing and eliminating redundant transmissions, accelerating TCP and application-specific protocols, prioritizing and allocating access to bandwidth and ensuring high application availability at sites with multiple WAN links.
"High-performance WAN infrastructure is crucial to the success of distributed enterprises such as Dongsuh Foods," said Wan Ahmad Kamal, Juniper's country manager for Malaysia. "Besides reducing costly bandwidth usage, our WXC platform also delivers excellent QoS and an integrated configuration, monitoring and troubleshooting capability, empowering businesses with a more efficient infrastructure and better return on investment."
Check out the full details.
Labels:
Enterprise,
Networking,
Optimization,
Public Relations
Libertadores 09: Um chute no olho do torcedor celeste
Antes do jogo
Fala Nação BC,
o sucesso do Maior de Minas sempre causou revolta e indignação por parte de certos clubes em clara fase decadente. O resultado disso é o uso de meios que extrapolam o futebol na tentativa de desestabilizar o bom trabalho realizado na Toca. Podem ter certeza que os maiores interessados no esclarecimento das graves denúncias feitas após o último clássico (vencido pelo time misto do Cruzeiro) são justamente os cruzeirenses, pois a reputação e o fair-play de um time altamente competente e competitivo como o Cruzeiro não podem ser arranhados por denúncias vazias e sem provas. Nem mesmo uma terna arbitral comemorando em pizzaria pode servir de prova. Neste momento é preciso manter a calma, não embarcar na provocação do rival e deixar que a justiça se encarregue do resto.
Por tudo isso e por ter a melhor campanha dentre todas as equipes conhecidas no Brasil, o Cruzeiro é hoje o time a ser batido. Os adversários não irão medir esforço para tentar superar o Cruzeiro. Por isso, daqui pra frente as vitórias do Maior de Minas serão mais suadas e conquistadas na base da superação. Um empate é considerado vitória pelos nossos oponentes e nem pode ser diferente contra um time que pode contar com Ramires, Kléber, Wagner, Sorín e cia.
O Universitário, ciente disso, deve ter quebrado a cabeça para montar um esquema para tentar para a máquina mortífera azul, pensando em anular as peças chaves e em seguida asfixiar a defesa celeste com ataques rápidos e certeiros. Como se isso fosse humanamente possível. No time boliviano eu destaco o goleiro Lampe que em Buenos Aires só não fez chover. Defendeu de todo que é jeito e seu time perdeu só de 1 a 0 para o Estudiantes.
O time celeste, do outro lado, já acostumado com a altitude e seus revés, terá que fazer o seu jogo sem entrar na provocação do adversário. Cadenciando o jogo e atacando no momento certo, tem tudo para voltar a BH com os 3 pontos que irão dar a liderança absoluta na chave e a tranquilidade suficiente para a sequência da Libertadores (2 jogos em casa com o mesmo Universitário e o Deportivo e por fim o jogo em Buenos Aires contra o Estudiantes).
Por fim, vale a lição do Colo Colo que foi a São Paulo e venceu o Palmeiras com autoridade, mesmo com um jogador a menos. Não desperdiçou a oportunidade de fazer o 3o gol quando o Palmeiras estava perto do empate. Libertadores é isso ai, não pode vacilar.
Desejo um grande jogo a todos, cruzeirenses (torcendo) e atleticanos (gorando), com Kléber e Ramires deixando suas marcas mais uma vez, para a alegria da imensa Nação Celeste espalhada pelo mundo inteiro.
O jogo
Não, não, não! Mil vezes não! Replay do jogo contra o Deportivo ninguém merece. Dar bicuda na criança e esperar o adversário na pequena área é algo que não consigo entender, mesmo que em inferioridade numérica. Mas afinal, o que leva um cidadão cometer uma infantilidade daquelas? É essa a raça que nos prometeram? Se for assim, alguma coisa está errada e está prejudicando o time. Raça, meus caros amigos do BC, não é perda da razão não! O Piazza nos ensinou que raça é poder de superação, ir contra suas limitações e dar o melhor de si.
O primeiro tempo foi primoroso. Com todas as peças encaixadas, o time celeste aguardou a hora certa para dar o golpe certeiro que aconteceu num golpe de cabeça do Ribery, o melhor em campo até sua saída no começo do segundo tempo. Chances para ampliar surgiram, a zaga adversária era uma teta para os vorazes artilheiros celestes. Contrariando qualquer lógica, o time celeste se demonstrou um pouco desinteressado em forçar a barra para marcar o segundo.
Contudo o Cruzeiro não contou com a volta do time adversário no segundo tempo e com a explosão de "raça" do Gladiador que quebrou as pernas do titio que já havia realizado a primeira mudança (Ribery, machucado, por Jancarlos. Eu tenho por mim que a mudança tática do titio só se completa na terceira substituição. Ele vai tirando um, mexendo uma peça, trocando outro até chegar ao seu propósito. Com a expulsão, tudo que tinha pensado com a primeira mudança foi pro espaço, juntamente com o Gladiador.
Por fim, o sufoco que lembrou muito o jogo de Quito. Graças à muralha Fábio, escapamos do revés nos minutos finais. Ai teria que ouvir novamente o grito de júbilo do meu vizinho atleticano e isso seria demais para minhas jovens coronárias.
Com os 3 pontos o Cruzeiro se isola na liderança do grupo, com a tranquilidade de fazer dois jogos em casa (com expectativa de mais goleadas no velho Mineirão) e mantém a invencibilidade na temporada. Acredito que o episódio de hoje, 2a expulsão do Kléber em 4 jogos e a quarta do elenco celeste em 3 jogos na Liberta (com direito a discussão entre Jonathan e Léo Fortunato), tenha que ser analisado profundamente pela diretoria e pelo titio, para que no futuro não tenhamos que passar por sufocos maiores que podem resultar em perda de título.
Perda de controle no Cruzeiro é o diabo que o carregue!
Saluti Celesti e a gente se vê em Abu Dhabi
Estatisticas
Os dois times nunca se enfrentaram antes.
* Foto: Ag. Reuters - Edição da Ficha: Danilow
Fala Nação BC,o sucesso do Maior de Minas sempre causou revolta e indignação por parte de certos clubes em clara fase decadente. O resultado disso é o uso de meios que extrapolam o futebol na tentativa de desestabilizar o bom trabalho realizado na Toca. Podem ter certeza que os maiores interessados no esclarecimento das graves denúncias feitas após o último clássico (vencido pelo time misto do Cruzeiro) são justamente os cruzeirenses, pois a reputação e o fair-play de um time altamente competente e competitivo como o Cruzeiro não podem ser arranhados por denúncias vazias e sem provas. Nem mesmo uma terna arbitral comemorando em pizzaria pode servir de prova. Neste momento é preciso manter a calma, não embarcar na provocação do rival e deixar que a justiça se encarregue do resto.
Por tudo isso e por ter a melhor campanha dentre todas as equipes conhecidas no Brasil, o Cruzeiro é hoje o time a ser batido. Os adversários não irão medir esforço para tentar superar o Cruzeiro. Por isso, daqui pra frente as vitórias do Maior de Minas serão mais suadas e conquistadas na base da superação. Um empate é considerado vitória pelos nossos oponentes e nem pode ser diferente contra um time que pode contar com Ramires, Kléber, Wagner, Sorín e cia.
O Universitário, ciente disso, deve ter quebrado a cabeça para montar um esquema para tentar para a máquina mortífera azul, pensando em anular as peças chaves e em seguida asfixiar a defesa celeste com ataques rápidos e certeiros. Como se isso fosse humanamente possível. No time boliviano eu destaco o goleiro Lampe que em Buenos Aires só não fez chover. Defendeu de todo que é jeito e seu time perdeu só de 1 a 0 para o Estudiantes.
O time celeste, do outro lado, já acostumado com a altitude e seus revés, terá que fazer o seu jogo sem entrar na provocação do adversário. Cadenciando o jogo e atacando no momento certo, tem tudo para voltar a BH com os 3 pontos que irão dar a liderança absoluta na chave e a tranquilidade suficiente para a sequência da Libertadores (2 jogos em casa com o mesmo Universitário e o Deportivo e por fim o jogo em Buenos Aires contra o Estudiantes).
Por fim, vale a lição do Colo Colo que foi a São Paulo e venceu o Palmeiras com autoridade, mesmo com um jogador a menos. Não desperdiçou a oportunidade de fazer o 3o gol quando o Palmeiras estava perto do empate. Libertadores é isso ai, não pode vacilar.
Desejo um grande jogo a todos, cruzeirenses (torcendo) e atleticanos (gorando), com Kléber e Ramires deixando suas marcas mais uma vez, para a alegria da imensa Nação Celeste espalhada pelo mundo inteiro.
O jogo
Não, não, não! Mil vezes não! Replay do jogo contra o Deportivo ninguém merece. Dar bicuda na criança e esperar o adversário na pequena área é algo que não consigo entender, mesmo que em inferioridade numérica. Mas afinal, o que leva um cidadão cometer uma infantilidade daquelas? É essa a raça que nos prometeram? Se for assim, alguma coisa está errada e está prejudicando o time. Raça, meus caros amigos do BC, não é perda da razão não! O Piazza nos ensinou que raça é poder de superação, ir contra suas limitações e dar o melhor de si.O primeiro tempo foi primoroso. Com todas as peças encaixadas, o time celeste aguardou a hora certa para dar o golpe certeiro que aconteceu num golpe de cabeça do Ribery, o melhor em campo até sua saída no começo do segundo tempo. Chances para ampliar surgiram, a zaga adversária era uma teta para os vorazes artilheiros celestes. Contrariando qualquer lógica, o time celeste se demonstrou um pouco desinteressado em forçar a barra para marcar o segundo.
Contudo o Cruzeiro não contou com a volta do time adversário no segundo tempo e com a explosão de "raça" do Gladiador que quebrou as pernas do titio que já havia realizado a primeira mudança (Ribery, machucado, por Jancarlos. Eu tenho por mim que a mudança tática do titio só se completa na terceira substituição. Ele vai tirando um, mexendo uma peça, trocando outro até chegar ao seu propósito. Com a expulsão, tudo que tinha pensado com a primeira mudança foi pro espaço, juntamente com o Gladiador.
Por fim, o sufoco que lembrou muito o jogo de Quito. Graças à muralha Fábio, escapamos do revés nos minutos finais. Ai teria que ouvir novamente o grito de júbilo do meu vizinho atleticano e isso seria demais para minhas jovens coronárias.
Com os 3 pontos o Cruzeiro se isola na liderança do grupo, com a tranquilidade de fazer dois jogos em casa (com expectativa de mais goleadas no velho Mineirão) e mantém a invencibilidade na temporada. Acredito que o episódio de hoje, 2a expulsão do Kléber em 4 jogos e a quarta do elenco celeste em 3 jogos na Liberta (com direito a discussão entre Jonathan e Léo Fortunato), tenha que ser analisado profundamente pela diretoria e pelo titio, para que no futuro não tenhamos que passar por sufocos maiores que podem resultar em perda de título.
Perda de controle no Cruzeiro é o diabo que o carregue!
Saluti Celesti e a gente se vê em Abu Dhabi
Estatisticas
Os dois times nunca se enfrentaram antes.
* Foto: Ag. Reuters - Edição da Ficha: Danilow
Tuesday, March 3, 2009
Coluna Jogos Imortais: No ar rarefeito
Por Bruno Bello Vicintin
El Nacional (EQU) 1 X 2 Cruzeiro
Provavelmente, a Copa Libertadores é o torneio mais difícil de ser conquistado dentre todos os torneios intercontinentais do planeta. Para ser campeão não basta um time ser bom. Ele tem que ter raça para enfrentar os mais adversos problemas, lutar contra difíceis e complicadas classificações dentro do próprio Brasil, e um dos maiores obstáculos na conquista para os times brasileiros é justamente jogar na altitude.
Jogando no ar rarefeito, os atletas tem, a todo momento, seu preparo físico testado e colocado sob condições severas. Foi na Libertadores de 2001 que o Cruzeiro provou que nem a falta de oxigênio das cidades andinas seriam capazes de parar nosso imortal time e a tradição que temos na competição.
Naquela edição, o jogo seria entre o primeiro do grupo 4 (Cruzeiro) contra o segundo colocado do grupo 5 (El Nacional) e a primeira partida seria em Quito, cidade localizada a 2850 metros acima do nível do mar.
A equipe celeste, para evitar ao máximo os efeitos da falta de oxigênio, se hospedou em Guaiaquil e viajou para a capital equatoriana somente três horas antes do jogo. Os locais tentariam se vingar da eliminação da Copa Libertadores de 1997 passamos pelos equatorianos e caminhamos rumo ao Bicampeonato da Libertadores.
Para piorar a situação, além da altitude, o Cruzeiro teria que jogar num gramado em péssimo estado, alagado por uma chuva forte pouco antes do inicio do jogo. Com certeza esta seria mais uma batalha.
O técnico Luis Felipe Scolari armou um time defensivo tirando os armadores Jorge Wagner e Sergio Manoel colocando o experiente Ricardinho e o novato Cleber Monteiro, volantes de ofício e especialistas em defenderem mais do que armarem ou saírem para o jogo.
O Nacional começou pressionando o Cruzeiro em nossa própria metade do campo. Porém, o ímpeto equatoriano era barrado pela marcação forte dos meiocampistas celestes.
Aos poucos, e com muita raça, o time fo se soltando e começou a dominar a partida. Aos 25 minutos, surpreendendo a todos, o Cruzeiro abriu o marcador. Ricardinho cobrou falta que o goleiro Ibarra espalmou. O centroavante Oseas pegou o rebote e cruzou para Juampi marcar o primeiro tento da partida.
Depois do gol, o time continuou surpreendendo, aos 36 minutos, Oséas receberia cruzamento de Sorín e não fosse defesa milagrosa de Ibarra marcaria o segundo. O Nacional ainda teria duas boas chances no final do primeiro tempo, mas o Cruzeiro segurava a vantagem com relativa eficiência e sem sobressaltos.
Na segunda etapa todos sabiam que o jogo seria dramático, caso se confirmasse a vitória cruzeirense seria praticamente impossível o time equatoriano, sem a ajuda da altitude, vencer em Belo Horizonte, mesmo que alguns teóricos admitam que jogadores plenamente adaptados à altitude conseguem desempenho superior e fazem menos esforço físico quando atuam em altitudes menores. Este tipo de "doping" é normalmente utilizado por atletas de corrida que treinam em cidades com altitude elevada para conseguir resultados melhores quando correm a altitudes menores.
Os equatorianos então, vieram com tudo tentando virar o resultado da partida. A torcida pressionava até mais que os jogadores dentro de campo e o finalmente o Nacional marcou aproveitando uma falha do goleiro André que não cortara um cruzamento e na seqüência da jogada cometera pênalti. Herrera cobrou para empatar a partida.
A partir deste momento os equatorianos partiram com tudo em busca de mais um gol porem o meio de campo celeste continuava firme como uma rocha. O ponteiro Geovanni parecia não sentir em nada os efeitos da altitude e aos 36 minutos da etapa final mais uma vez "o iluminado" decidiu. Ao receber um lançamento de Marcos Paulo, penetrou entre os zagueiros e chutou para desempatar. Era o gol da vitória e os equatorianos não teriam mais forças para buscar novamente o empate.
O Cruzeiro batia novamente o Nacional agora na casa do adversário, o técnico Ramiro Blacutt ao final da partida praticamente jogara a toalha falando que como não venceram o Cruzeiro em casa, no mineirão a tarefa seria quase impossível.
Mais uma vez o Cruzeiro escrevera em sua gloriosa história uma vitória imortal provando que nem o ar rarefeito é capaz de parar o imortal Cruzeiro Esporte Clube quando o espírito de equipe e o desejo de vencer se fazem presentes.
Ficha Técnica
Cruzeiro 2 x 1 El Nacional-EQU
Competição - Copa Libertadores (Oitavas de Final)
Estádio Olímpico Atahualpa - Quito - EQU
Público - Não disponível / Renda - Não disponível
Árbitro - John Jairo Toro (COL)
Assistentes - Daniel Wilson (COL) e Gabriel Figueroa (COL)
Gols: Sorín aos 25' do 1º tempo; Herrera (P) aos 4' e Geovanni aos 31' do 2º tempo
Cruzeiro: André; Neném (Marcos Paulo), Luisão, Cris e Sorín; Marcos Vinícus, Ricardinho, Cléber Monteiro e Jackson; Geovanni (Alessandro) e Oséas (Marcelo Ramos). Técnico: Luis Felipe Scolari.
El Nacional (EQU): Ibarra; Coronel, Guagua, Gómez e Robert Burbano (Lara); Juan Carlos Burbano, Valencia (Preciado), Chalá e Herrera; Fernandez e Ordonez (Borja). Técnico: Ramiro Blacutt.
Cartões Amarelos: Luisão e Geovanni (CRU); Herrera, Valencia, Guagua, Chalá e Ordonez (NAC)
El Nacional (EQU) 1 X 2 Cruzeiro
Provavelmente, a Copa Libertadores é o torneio mais difícil de ser conquistado dentre todos os torneios intercontinentais do planeta. Para ser campeão não basta um time ser bom. Ele tem que ter raça para enfrentar os mais adversos problemas, lutar contra difíceis e complicadas classificações dentro do próprio Brasil, e um dos maiores obstáculos na conquista para os times brasileiros é justamente jogar na altitude.Jogando no ar rarefeito, os atletas tem, a todo momento, seu preparo físico testado e colocado sob condições severas. Foi na Libertadores de 2001 que o Cruzeiro provou que nem a falta de oxigênio das cidades andinas seriam capazes de parar nosso imortal time e a tradição que temos na competição.
Naquela edição, o jogo seria entre o primeiro do grupo 4 (Cruzeiro) contra o segundo colocado do grupo 5 (El Nacional) e a primeira partida seria em Quito, cidade localizada a 2850 metros acima do nível do mar.
A equipe celeste, para evitar ao máximo os efeitos da falta de oxigênio, se hospedou em Guaiaquil e viajou para a capital equatoriana somente três horas antes do jogo. Os locais tentariam se vingar da eliminação da Copa Libertadores de 1997 passamos pelos equatorianos e caminhamos rumo ao Bicampeonato da Libertadores.
Para piorar a situação, além da altitude, o Cruzeiro teria que jogar num gramado em péssimo estado, alagado por uma chuva forte pouco antes do inicio do jogo. Com certeza esta seria mais uma batalha.
O técnico Luis Felipe Scolari armou um time defensivo tirando os armadores Jorge Wagner e Sergio Manoel colocando o experiente Ricardinho e o novato Cleber Monteiro, volantes de ofício e especialistas em defenderem mais do que armarem ou saírem para o jogo.
O Nacional começou pressionando o Cruzeiro em nossa própria metade do campo. Porém, o ímpeto equatoriano era barrado pela marcação forte dos meiocampistas celestes.
Aos poucos, e com muita raça, o time fo se soltando e começou a dominar a partida. Aos 25 minutos, surpreendendo a todos, o Cruzeiro abriu o marcador. Ricardinho cobrou falta que o goleiro Ibarra espalmou. O centroavante Oseas pegou o rebote e cruzou para Juampi marcar o primeiro tento da partida.
Depois do gol, o time continuou surpreendendo, aos 36 minutos, Oséas receberia cruzamento de Sorín e não fosse defesa milagrosa de Ibarra marcaria o segundo. O Nacional ainda teria duas boas chances no final do primeiro tempo, mas o Cruzeiro segurava a vantagem com relativa eficiência e sem sobressaltos.
Na segunda etapa todos sabiam que o jogo seria dramático, caso se confirmasse a vitória cruzeirense seria praticamente impossível o time equatoriano, sem a ajuda da altitude, vencer em Belo Horizonte, mesmo que alguns teóricos admitam que jogadores plenamente adaptados à altitude conseguem desempenho superior e fazem menos esforço físico quando atuam em altitudes menores. Este tipo de "doping" é normalmente utilizado por atletas de corrida que treinam em cidades com altitude elevada para conseguir resultados melhores quando correm a altitudes menores.
Os equatorianos então, vieram com tudo tentando virar o resultado da partida. A torcida pressionava até mais que os jogadores dentro de campo e o finalmente o Nacional marcou aproveitando uma falha do goleiro André que não cortara um cruzamento e na seqüência da jogada cometera pênalti. Herrera cobrou para empatar a partida.
A partir deste momento os equatorianos partiram com tudo em busca de mais um gol porem o meio de campo celeste continuava firme como uma rocha. O ponteiro Geovanni parecia não sentir em nada os efeitos da altitude e aos 36 minutos da etapa final mais uma vez "o iluminado" decidiu. Ao receber um lançamento de Marcos Paulo, penetrou entre os zagueiros e chutou para desempatar. Era o gol da vitória e os equatorianos não teriam mais forças para buscar novamente o empate.
O Cruzeiro batia novamente o Nacional agora na casa do adversário, o técnico Ramiro Blacutt ao final da partida praticamente jogara a toalha falando que como não venceram o Cruzeiro em casa, no mineirão a tarefa seria quase impossível.
Mais uma vez o Cruzeiro escrevera em sua gloriosa história uma vitória imortal provando que nem o ar rarefeito é capaz de parar o imortal Cruzeiro Esporte Clube quando o espírito de equipe e o desejo de vencer se fazem presentes.
Ficha Técnica
Cruzeiro 2 x 1 El Nacional-EQU
Competição - Copa Libertadores (Oitavas de Final)
Estádio Olímpico Atahualpa - Quito - EQU
Público - Não disponível / Renda - Não disponível
Árbitro - John Jairo Toro (COL)
Assistentes - Daniel Wilson (COL) e Gabriel Figueroa (COL)
Gols: Sorín aos 25' do 1º tempo; Herrera (P) aos 4' e Geovanni aos 31' do 2º tempo
Cruzeiro: André; Neném (Marcos Paulo), Luisão, Cris e Sorín; Marcos Vinícus, Ricardinho, Cléber Monteiro e Jackson; Geovanni (Alessandro) e Oséas (Marcelo Ramos). Técnico: Luis Felipe Scolari.
El Nacional (EQU): Ibarra; Coronel, Guagua, Gómez e Robert Burbano (Lara); Juan Carlos Burbano, Valencia (Preciado), Chalá e Herrera; Fernandez e Ordonez (Borja). Técnico: Ramiro Blacutt.
Cartões Amarelos: Luisão e Geovanni (CRU); Herrera, Valencia, Guagua, Chalá e Ordonez (NAC)
Monday, March 2, 2009
Ajude o Kléber a escolher a música
Fala Nação conhecida pelos 4 cantos do mundo,tudo na Boa? Tenho certeza que sim, mas quem tá melhor é o Kléber, o Gladiador Azul, curtindo os 3 gols que o tornaram artilheiro musical do Fantástico. A inédita tripleta (quero ver alguém igualando a marca) valeu o direito de escolher uma música no programa global da noite de domingo, mas o Boxer deixou para a galera a escolha da música que mais combina com ele.
E ai, que tal aceitar o desafio? E nada de viajar na maioneses com as tais espirais paralelas. Como grande fã do Bauhaus, eu escolho a música Kick in the Eye. Realmente, cada chute do Gladiador é um chute no olho do pobre goleiro adversário.
Solta o som, DJ!
Saluti Celesti e a gente se vê em Abu Dhabi
* Foto: Vipcomm
Subscribe to:
Posts (Atom)
